Os Irmãos Karamázov termina com o enterro do menino Iliúcha e com o discurso de Aliócha aos meninos, num Epílogo de três capítulos, cinco dias depois do julgamento, em que quase nada do que ficou aberto se resolve.
Ivan arde de febre em casa de Catierina Ivánovna, que o trouxe para lá. Mítia, no hospital, espera a hora de ser deportado, e Ivan preparou a sua fuga. Mítia aceita o plano, mas diz que ama a Rússia e o Deus russo, ainda que seja um canalha, e Aliócha lhe diz que ele não está pronto, e que uma cruz assim não é para ele. Catierina vem vê-lo, e os dois trocam uma hora de verdade: o amor passou, diz ela, mas o que passou lhe é caro até doer. Quando ela pede perdão a Grúchenka, esta responde que as duas são más e que não sabem perdoar.
No terceiro capítulo, doze meninos e o capitão enterram Iliúcha. O capitão quer enterrá-lo junto da pedra, cede, e esmigalha o pão para os pardais, como o menino pedira. Junto à pedra, Aliócha diz que uma boa lembrança salva, e responde a Kólia que sim, todos ressuscitarão e se verão de novo.
O livro acaba ali: sem dizer se Mítia foge nem se Ivan se cura. Termina no grito de Kólia, de mão na mão, hurra para Karamázov.