Crítica de pessoas, costumes ou instituições pelo ridículo, pelo exagero ou pela ironia.
Em Paraíso
cobrem com os seus mantos os palafréns, de modo que duas bestas vão sob uma pele: ó paciência, que tanto suportas
O prelado é tão pesado que o manto cobre também o cavalo, e «duas bestas vão sob uma pele». A crítica dos pastores se faz pelo ridículo do corpo, sem acusação nominal, e o riso amargo condena mais do que uma lista de culpas.