Jogo com palavras de som parecido ou com os vários sentidos de uma mesma palavra, para fazer graça ou para dizer duas coisas ao mesmo tempo.
Em Odisseia
Ninguém é meu nome: Ninguém me chamam minha mãe, meu pai e todos os outros companheiros.
“Ninguém” é ao mesmo tempo nome próprio e pronome de negação. Quando Polifemo gritar que Ninguém o ataca, os outros ciclopes entenderão que não há agressor: o jogo de sentidos é visível no português e sustenta o ardil.