O livro não dá uma causa única. Mostra a loucura de Rubião chegando aos poucos, no meio da riqueza, do desejo por Sofia e dos comensais que lhe enchem a casa, e só depois que a notícia da mania se espalha é que os outros falam em tratá-lo. O Dr. Falcão suspeita que Sofia tenha parte nela, mas é um palpite dele.
Os sinais aparecem em sequência. Rubião sonha que é o imperador Luís Napoleão, ao lado de Sofia, a quem o sonho faz imperatriz Eugênia. Dois bustos, de Napoleão I e de Napoleão III, chegam à sua secretária. Ele manda um barbeiro cortar a barba pelo busto e, respondendo em português, cuida falar francês. Depois imagina-se em Compiègne: "Compiègne era no caminho da lua." Sem a barba, passa a alternar entre si mesmo e o imperador: "Revezavam-se; chegavam a esquecer-se um do outro."
"Espalhou-se a nova da mania de Rubião." Com a guerra franco-prussiana, as crises ficam mais agudas e menos espaçadas, ele lê toda notícia como vitória, os comensais viram marechais e a mesa pobre lhe parece régia. Na mania repete teorias do filósofo morto, que antes não entendia.
As vozes do livro divergem sobre a causa. Sofia explica o mal pelo amor que ele lhe tinha. Palha fala em repouso e em horas de esquecimento e confusão. O Dr. Falcão conclui que "os dois se amaram", e Dona Fernanda acha a suspeita "sem fundamento, absurda, inverossímil". O narrador não escolhe entre elas.