Clavis Libri

Personagem

Odisseu

Quem é

Odisseu é o chefe dos cefalênios, vindo de Ítaca, o pai de Telêmaco e o astuto do exército aqueu. Na Ilíada ele não é o maior guerreiro, e sim o homem a quem se recorre quando é preciso conter, convencer ou calar. Fala em assembleia, segura o exército quando ele corre às naus, leva o recado de Agamêmnon a Aquiles e se oferece, com Diomedes, a ir de noite ao campo troiano. O poema o mostra em ação e quase sempre acompanhado, e o deixa só no Canto XI, cercado de troianos, e no Canto XXIII, na corrida, em que depende de uma deusa.

Trajetória

No Canto I, quando Agamêmnon ameaça tomar o prêmio de quem for, cita Odisseu entre os três possíveis, ao lado de Aquiles e de Ájax. Odisseu comanda o navio que leva Criseida de volta ao pai e a entrega a Crises.

No Canto II, quando a assembleia corre às naus, Odisseu está parado, sem tocar a nau, porque a aflição lhe tomou o coração. Reconhece a voz de Atena, atira o manto ao arauto Euríbates, de Ítaca, e toma o cetro de Agamêmnon. Aos reis e aos homens de destaque contém com palavras brandas. Ao homem do povo que encontra gritando, bate com o cetro e manda calar, porque não é bom o mando de muitos: seja um só o rei, a quem Zeus deu o cetro e as normas.

οὐκ ἀγαθὸν πολυκοιρανίη· εἷς κοίρανος ἔστω, / εἷς βασιλεύς, ᾧ δῶκε Κρόνου πάϊς ἀγκυλομήτεω / σκῆπτρόν τʼ ἠδὲ θέμιστας, ἵνά σφισι βουλεύῃσι. (2.204-206), não é bom o mando de muitos; seja um só o chefe, um só o rei, a quem o filho de Crono, de pensamentos tortuosos, deu o cetro e as normas, para que decida por eles.
Canto II: O sonho e o catálogo das naus

Enfrenta Tersites, que insulta o rei: manda-o calar e jura que, se o ouvir de novo, deixe de ter a cabeça sobre os ombros e de ser chamado pai de Telêmaco se não o despir e não o mandar chorando às naus a golpes. Bate-lhe com o cetro e deixa um vergão sangrento. A tropa ri, embora aflita, e elogia Odisseu.

σκήπτρῳ δὲ μετάφρενον ἠδὲ καὶ ὤμω / πλῆξεν· ὃ δʼ ἰδνώθη, θαλερὸν δέ οἱ ἔκπεσε δάκρυ· / σμῶδιξ δʼ αἱματόεσσα μεταφρένου ἐξυπανέστη (2.265-267), disse, e com o cetro lhe bateu nas costas e nos ombros; ele se curvou, e uma lágrima farta lhe caiu; um vergão sangrento se ergueu nas costas.
Canto II: O sonho e o catálogo das naus

Diante de todos, dá razão ao cansaço do exército e vira o argumento para a vergonha de voltar de mãos vazias. Apoia o pedido num sinal que todos viram em Áulide: uma serpente devorou oito filhotes de pardal e a mãe, a nona, e Calcas leu que combateriam tantos anos quanto as aves, e no décimo tomariam a cidade.

τὼ οὐ νεμεσίζομʼ Ἀχαιοὺς / ἀσχαλάαν παρὰ νηυσὶ κορωνίσιν· ἀλλὰ καὶ ἔμπης / αἰσχρόν τοι δηρόν τε μένειν κενεόν τε νέεσθαι. (2.296-298), por isso não me indigno com os aqueus que se afligem junto às naus de proas curvas; mas, ainda assim, é vergonhoso ficar tanto tempo e voltar de mãos vazias.
Canto II: O sonho e o catálogo das naus
ὡς οὗτος κατὰ τέκνα φάγε στρουθοῖο καὶ αὐτὴν / ὀκτώ, ἀτὰρ μήτηρ ἐνάτη ἦν ἣ τέκε τέκνα, / ὣς ἡμεῖς τοσσαῦτʼ ἔτεα πτολεμίξομεν αὖθι, / τῷ δεκάτῳ δὲ πόλιν αἱρήσομεν εὐρυάγυιαν. (2.326-329), como este devorou os filhotes do pardal e a própria ave, oito, e a mãe que os gerou era a nona, assim nós combateremos aqui tantos anos, e no décimo tomaremos a cidade de largas ruas.
Canto II: O sonho e o catálogo das naus

No Canto III, Helena o identifica a Príamo, e Antenor lembra como o viu quando ele veio a Troia com Menelau e como fala quando se levanta. Odisseu mede o terreno do duelo com Heitor e agita as sortes no elmo.

No Canto IV, quando Agamêmnon o acusa de esperar que outros comecem a luta, responde de cenho fechado: que palavra escapou da cerca dos dentes? Se o rei quiser ver, verá o pai de Telêmaco entre os da frente. Agamêmnon sorri e retira a palavra. Logo depois, irado pela morte de Leuco, seu companheiro, avança e mata Democoonte, filho bastardo de Príamo.

Ἀτρεΐδη ποῖόν σε ἔπος φύγεν ἕρκος ὀδόντων; / πῶς δὴ φῂς πολέμοιο μεθιέμεν ὁππότʼ Ἀχαιοὶ / Τρωσὶν ἐφʼ ἱπποδάμοισιν ἐγείρομεν ὀξὺν Ἄρηα; / ὄψεαι αἴ κʼ ἐθέλῃσθα καὶ αἴ κέν τοι τὰ μεμήλῃ / Τηλεμάχοιο φίλον πατέρα προμάχοισι μιγέντα / Τρώων ἱπποδάμων· σὺ δὲ ταῦτʼ ἀνεμώλια βάζεις. (4.350-355), Atrida, que palavra escapou da cerca dos teus dentes? Como dizes que descuidamos da guerra, quando nós, aqueus, despertamos contra os troianos domadores de cavalos a guerra aguda? Verás, se quiseres e isto te importar, o querido pai de Telêmaco misturado aos combatentes da frente dos troianos domadores de cavalos; mas tu falas isto, vento vão.
Canto IV: A trégua rompida

No Canto V, quando vê Sarpédon ferido, hesita entre perseguir o filho de Zeus e matar mais lícios; não lhe cabia matar o filho de Zeus, e Atena volta o ânimo dele contra a multidão dos lícios. No Canto VIII, quando a balança de Zeus faz os gregos recuarem, Diomedes o chama, mas Odisseu não escuta e corre para as naus.

No Canto IX, é o primeiro a falar na tenda de Aquiles. Lembra o conselho de Peleu ao enviar o filho a Agamêmnon e repete a lista de presentes, sem o último pedido, o de que Aquiles se submeta. Fecha o discurso com dois argumentos, a piedade pelos exaustos e a glória de vencer Heitor, que está para se aproximar.

τειρομένους ἐλέαιρε κατὰ στρατόν, οἵ σε θεὸν ὣς / τίσουσʼ· ἦ γάρ κέ σφι μάλα μέγα κῦδος ἄροιο· / νῦν γάρ χʼ Ἕκτορʼ ἕλοις, ἐπεὶ ἂν μάλα τοι σχεδὸν ἔλθοι (9.302-304), tem pena dos que estão exaustos pelo exército, que te honrarão como a um deus; pois alcançarias entre eles grande glória; agora poderias vencer Heitor, porque ele chegaria bem perto de ti.
Canto IX: A embaixada a Aquiles

Aquiles responde sem tocar na isca da glória, e Odisseu volta a Agamêmnon com a notícia da recusa e relata que Aquiles ameaça lançar as naus ao mar ao amanhecer.

No Canto X, Diomedes o escolhe como companheiro de espionagem, dizendo que ele sabe pensar além dos outros e que Atena o ama. Odisseu pede que não o louvem nem o censurem. Na estrada, Atena manda uma garça que eles só ouvem. Odisseu interroga o espião troiano Dolão com uma frase que solta a língua do prisioneiro, e Diomedes o mata no gesto de súplica. Odisseu oferece os despojos a Atena, pendura-os numa tamargueira, reconhece o acampamento trácio pelo que Dolão contou e arrasta os mortos pelos pés para que os cavalos de Reso passem sem se assustar.

πῶς ἂν ἔπειτʼ Ὀδυσῆος ἐγὼ θείοιο λαθοίμην, / οὗ πέρι μὲν πρόφρων κραδίη καὶ θυμὸς ἀγήνωρ / ἐν πάντεσσι πόνοισι, φιλεῖ δέ ἑ Παλλὰς Ἀθήνη. / τούτου γʼ ἑσπομένοιο καὶ ἐκ πυρὸς αἰθομένοιο / ἄμφω νοστήσαιμεν, ἐπεὶ περίοιδε νοῆσαι. (10.243-247), como então eu poderia esquecer o divino Odisseu, cujo coração e ânimo altivo se mostram prontos acima dos outros em todas as provas, e a quem Palas Atena ama? Se ele me acompanhar, até de um fogo ardente nós dois voltaríamos, porque ele sabe pensar além dos outros.
Canto X: A Doloneia
θάρσει, μηδέ τί τοι θάνατος καταθύμιος ἔστω. / ἀλλʼ ἄγε μοι τόδε εἰπὲ καὶ ἀτρεκέως κατάλεξον· (10.383-384), coragem, e que a morte não te ocupe o pensamento. Vamos, dize-me isto e conta-me com exatidão.
Canto X: A Doloneia

No Canto XI, Odisseu fica sozinho, porque todos os argivos fogem. Fala ao próprio ânimo: grande mal será se fugir, e pior ainda se for capturado sozinho. Conclui que os maus se afastam da guerra e que quem se distingue deve resistir, ferido ou ferindo. Soco o fere de lado, mas Atena não deixa a lança tocar as entranhas, e Odisseu o mata e diz que as aves o devorarão, enquanto a ele, se morrer, os aqueus darão sepultura. Chama três vezes por socorro, e Menelau e Ájax o tiram da multidão.

ὤ μοι ἐγὼ τί πάθω; μέγα μὲν κακὸν αἴ κε φέβωμαι / πληθὺν ταρβήσας· τὸ δὲ ῥίγιον αἴ κεν ἁλώω / μοῦνος· τοὺς δʼ ἄλλους Δαναοὺς ἐφόβησε Κρονίων. / ἀλλὰ τί ἤ μοι ταῦτα φίλος διελέξατο θυμός; / οἶδα γὰρ ὅττι κακοὶ μὲν ἀποίχονται πολέμοιο, / ὃς δέ κʼ ἀριστεύῃσι μάχῃ ἔνι τὸν δὲ μάλα χρεὼ / ἑστάμεναι κρατερῶς, ἤ τʼ ἔβλητʼ ἤ τʼ ἔβαλʼ ἄλλον. (11.404-410), ai de mim, que me acontecerá? Grande mal será se eu fugir, por temor da multidão; pior ainda se for capturado sozinho, pois o Cronida pôs em fuga os outros dânaos. Mas por que o meu coração me diz estas coisas? Sei que os maus se afastam da guerra, e que quem se distingue no combate, a este é preciso resistir com firmeza, seja ferido ou fira outro.
Canto XI: A aristeia de Agamêmnon
ἆ δείλʼ οὐ μὲν σοί γε πατὴρ καὶ πότνια μήτηρ / ὄσσε καθαιρήσουσι θανόντι περ, ἀλλʼ οἰωνοὶ / ὠμησταὶ ἐρύουσι, περὶ πτερὰ πυκνὰ βαλόντες. / αὐτὰρ ἔμʼ, εἴ κε θάνω, κτεριοῦσί γε δῖοι Ἀχαιοί. (11.452-455), ah, infeliz! Teu pai e tua mãe veneranda não fecharão teus olhos na morte; as aves carniceiras te arrastarão, batendo as asas em torno. Mas a mim, se eu morrer, os divinos aqueus me darão sepultura.
Canto XI: A aristeia de Agamêmnon

No Canto XIV, quando Agamêmnon propõe lançar as naus ao mar, Odisseu o encara de través: que palavra escapou da cerca dos teus dentes. Devia comandar um exército sem valor, e não homens a quem Zeus destinou guerras da juventude à velhice. A retirada daria aos troianos o que desejam e tiraria dos aqueus o ânimo de combater.

τὸν δʼ ἄρʼ ὑπόδρα ἰδὼν προσέφη πολύμητις Ὀδυσσεύς· / Ἀτρεΐδη ποῖόν σε ἔπος φύγεν ἕρκος ὀδόντων· / οὐλόμενʼ αἴθʼ ὤφελλες ἀεικελίου στρατοῦ ἄλλου / σημαίνειν, μὴ δʼ ἄμμιν ἀνασσέμεν, (14.82-85), e o astuto Odisseu, olhando-o de través, lhe respondeu: Atrida, que palavra escapou da cerca dos teus dentes! Infeliz, quem dera comandasses algum outro exército sem valor, e não reinasses sobre nós,
Canto XIV: O engano de Zeus
Τρωσὶ μὲν εὐκτὰ γένηται ἐπικρατέουσί περ ἔμπης, / ἡμῖν δʼ αἰπὺς ὄλεθρος ἐπιρρέπῃ. οὐ γὰρ Ἀχαιοὶ / σχήσουσιν πόλεμον νηῶν ἅλα δʼ ἑλκομενάων, / ἀλλʼ ἀποπαπτανέουσιν, ἐρωήσουσι δὲ χάρμης. (14.98-101), para que aos troianos se cumpra o que desejam, mesmo já vencendo, e sobre nós penda a ruína íngreme. Pois os aqueus não sustentarão a guerra se as naus forem arrastadas ao mar: olharão em volta, aflitos, e perderão o ardor do combate.
Canto XIV: O engano de Zeus

No Canto XIX, Odisseu se opõe a Aquiles, que quer lançar os aqueus à guerra em jejum: a força está no pão e no vinho, e ninguém combate de frente o dia inteiro sem comer. Ordena os presentes, pede que Agamêmnon jure diante dos aqueus e diz que o rei será mais justo com os outros depois disso. Aquiles lhe responde que o rito pode esperar a vingança, e Odisseu replica que supera Aquiles em conselho, por ser mais velho e saber mais.

ἀλλὰ πάσασθαι ἄνωχθι θοῇς ἐπὶ νηυσὶν Ἀχαιοὺς / σίτου καὶ οἴνοιο· τὸ γὰρ μένος ἐστὶ καὶ ἀλκή. / οὐ γὰρ ἀνὴρ πρόπαν ἦμαρ ἐς ἠέλιον καταδύντα / ἄκμηνος σίτοιο δυνήσεται ἄντα μάχεσθαι (19.160-163), Antes, manda os aqueus provarem, junto às naus velozes, pão e vinho: pois nisso estão a força e o vigor. Pois homem nenhum, o dia inteiro até o sol se pôr, em jejum de comida, poderá combater de frente;
Canto XIX: O fim da ira

No Canto XXIII, nos jogos de Pátroclo, enfrenta Ájax Telamônio na luta, e os dois se agarram como duas vigas de telhado, sem derrubar um ao outro. Aquiles os interrompe e declara os dois vencedores. Na corrida a pé, Odisseu vem atrás de Ájax, filho de Oileu, tão perto como o fuso do peito da tecelã, e no último trecho reza em silêncio a Atena. Ela lhe alivia os membros e faz Ájax escorregar no esterco dos bois. Ájax diz aos aqueus que a deusa lhe feriu os pés, ela que como uma mãe assiste a Odisseu.

μηκέτʼ ἐρείδεσθον, μὴ δὲ τρίβεσθε κακοῖσι· / νίκη δʼ ἀμφοτέροισιν· ἀέθλια δʼ ἶσʼ ἀνελόντες / ἔρχεσθʼ, ὄφρα καὶ ἄλλοι ἀεθλεύωσιν Ἀχαιοί. (23.735-737), não vos esforceis mais, nem vos desgasteis com sofrimentos: a vitória é de ambos; levai prêmios iguais, para que também os outros aqueus compitam.
Canto XXIII: Os jogos fúnebres
κλῦθι θεά, ἀγαθή μοι ἐπίρροθος ἐλθὲ ποδοῖιν. (23.770), ouve-me, deusa, vem ser boa ajuda para os meus pés.
Canto XXIII: Os jogos fúnebres
ὢ πόποι ἦ μʼ ἔβλαψε θεὰ πόδας, ἣ τὸ πάρος περ / μήτηρ ὣς Ὀδυσῆϊ παρίσταται ἠδʼ ἐπαρήγει. (23.782-783), ai de mim, a deusa me feriu os pés, ela que desde sempre, como uma mãe, assiste e ajuda Odisseu.
Canto XXIII: Os jogos fúnebres

Temas que encarna

Odisseu encarna a Honra e reputação na forma da vergonha usada como instrumento: é com ela que ele vira o exército de volta no Canto II, repreende Agamêmnon no Canto XIV e se obriga a resistir no Canto XI. Encarna a Guerra pelo lado da inteligência: a espionagem, o interrogatório, a astúcia com os cavalos de Reso, a regra de que o exército precisa comer. E o Destino e livre-arbítrio aparece no sinal de Áulide, que ele lê para segurar os aqueus.

Em cada cena Odisseu fala a partir do que o outro precisa ouvir, e o poema mostra o ofício dele pelas diferenças de tom. Aos reis, palavras brandas; ao homem do povo, o cetro; a Agamêmnon, o olhar torvo; a Aquiles, o argumento que ajusta ao ouvinte, depois de omitir o último pedido do rei. Há duas leituras para essa omissão no Canto IX: tato, ou cálculo de quem conhece o ouvinte. O texto não decide, e a resposta de Aquiles mostra que a isca da glória não funcionou. Na Doloneia, a mesma inteligência arranca informação de um prisioneiro que Diomedes mata em seguida, e o narrador conta sem comentário, enquanto Odisseu oferece os despojos a Atena. A última imagem dele no poema é a de um corredor que só vence com ajuda de uma deusa.

Relações

  • Agamêmnon: o rei que ele serve e a quem repreende no Canto XIV.
  • Aquiles: o destinatário da embaixada do Canto IX e o juiz que o declara vencedor no Canto XXIII.
  • Diomedes: o companheiro da Doloneia, que o escolhe pela inteligência e pelo amor de Atena.
  • Atena: a deusa que o segura no Canto II, o protege no Canto XI e o ajuda na corrida do Canto XXIII.
  • Nestor: o outro conselheiro do exército, que lhe responde na assembleia do Canto II.
  • Ájax: o rival da luta nos jogos de Pátroclo (na corrida o rival é o outro Ájax, filho de Oileu), e o aliado que o resgata no Canto XI.
  • Menelau: o companheiro que o resgata no Canto XI e que veio com ele como mensageiro a Troia.
  • Zeus: o deus que dá o cetro e as normas ao rei, na doutrina que Odisseu repete.
  • Tersites, o homem que ele bate com o cetro, e Dolão, o espião que ele interroga.