Sacramento católico em que o padre impõe as mãos e unge a testa e as mãos do doente com óleo abençoado. Durante séculos foi dado muitas vezes só a moribundos, daí o nome tradicional de extrema-unção; hoje se diz unção dos enfermos, e o Concílio Vaticano II reforçou que não é só para os últimos momentos. Tem base na Epístola de Tiago (5,14-15).
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Citações
primeiro nos olhos, que tanto haviam cobiçado todas as sumptuosidades terrestres, depois nas narinas, ávidas de brisas cálidas e perfumes amorosos, depois na boca, que se abria para a mentira, que gemera de orgulho e gritara de luxúria, depois nas mãos, que se deleitavam com suaves contactos, e, finalmente, nas plantas dos pés, tão rápidos outrora quando corria a saciar os seus desejos e que não voltariam a caminhar.