Pergunta feita sem esperar resposta, porque a resposta já está implícita, ou porque o que importa é a dúvida que ela expõe.
Em Madame Bovary
Porque não acabar com tudo? Quem a impediria?
"Porque não acabar com tudo? Quem a impediria?" Emma não espera resposta, porque as perguntas já a trazem: nada nem ninguém a impede. A forma interrogativa deixa a ideia da morte surgir como possibilidade fria, quase como liberdade.