Quem é
Convidada do baile de Satanás, condenada há trinta anos a encontrar ao acordar, na própria mesinha de cabeceira, o lenço (ver O lenço de Frida) com que sufocou o filho recém-nascido.
Frida, Frida, Frida! Meu nome é Frida, oh, rainha!
Trajetória
No capítulo 23 sobe a escada do baile entre os convidados mortos que Margarida recebe. Antes que ela chegue, Korôviev conta a história: trabalhava num café, o dono a chamou à despensa e, nove meses depois, ela deu à luz um menino, enfiou-lhe um lenço na boca e o enterrou na floresta, e desde então uma governanta põe o lenço na mesinha de cabeceira dela.
Já o queimou no forno, já o afogou no rio, mas o lenço continua lá e nada ajuda.
Quando ela diz o nome, Margarida lhe dá um conselho, e é a essa esperança dada que depois se refere ao explicar a Woland por que pediu por ela.
Então beba até ficar bêbada hoje, Frida, e não pense em nada
Depois do baile, quando Woland pergunta a Margarida o que ela quer como paga, Margarida hesita entre pedir por si e pedir por Frida, e escolhe Frida primeiro.
Quero que parem de estender à Frida o lenço com o qual ela sufocou seu próprio bebê.
Woland não atende o pedido ele mesmo, porque diz que é assunto de outro departamento, e manda que Margarida o faça. Ela chama Frida pelo nome, e Frida entra correndo e cai no chão diante dela.
Você está sendo perdoada. Não vão mais estender o lenço.
Temas que encarna
Os temas-padrão que passam por ela são Culpa e Compaixão e caridade, este pelo pedido de Margarida.