Quem é
Jovem ruiva da comitiva de Woland, que ele apresenta a Margarida como a própria empregada.
Deixe eu lhe dar um beijinho
Trajetória
No capítulo 10 intercepta Variênukha no vestíbulo do apartamento 50, ainda sem nome, e é ela quem fecha o capítulo.
No capítulo 14 uma jovem de cabelos ruivos, com a mesma descrição dela, força a janela do jardim e chega a pisar no batente, com manchas de decomposição no corpo, enquanto Variênukha tranca a porta para impedir a fuga de Rímski. Os dois só recuam com o canto do galo.
O galo, com a voz treinada, cocoricava anunciando que o dia se aproximava de Moscou vindo do leste.
No capítulo 18, é ela quem abre, nua e de avental de renda, a porta do apartamento 50 a Sókov, e Korôviev a chama de Hella ao mandá-la acompanhar o visitante na saída. O narrador registra nela um único defeito.
A aparência perfeita da moça tinha somente um defeito, que era a cicatriz rósea em seu pescoço.
No capítulo 22 cuida do joelho doente de Woland quando Margarida é apresentada à comitiva, e o narrador amarra as aparições anteriores numa só pessoa.
A bruxa nua, aquela mesma Hella que tanto envergonhara o funcionário da lanchonete do Teatro de Variedades e aquela que, felizmente, se assustara com o galo na noite da famosa sessão, estava sentada no tapete ao lado da cama
Depois do baile, datilografa a declaração que Behemoth dita a Nikolai Ivânovitch.
abra parênteses, Hella, parênteses! Entre parênteses escreva “porco”. Assinado: Behemoth.
Temas que encarna
O tema-padrão que passa por ela é Sobrenatural.
Relações
- Woland: de quem cuida o joelho.
- Korôviev, Behemoth e Azazello: o restante da comitiva.
- Abaddon: o demônio de óculos escuros que Woland mostra a Margarida, fora da apresentação da comitiva.
- Variênukha e Rímski, os dois funcionários do Teatro de Variedades que ela intercepta, e Sókov, a quem abre a porta.