Descrição que apela aos sentidos (o que se vê, ouve, cheira, prova ou toca) e faz o leitor perceber a cena, não só entendê-la.
Em O Mestre e Margarida
Para lá, para lá! Lá o aguardam uma casa e o velho escravo, as velas já estão acesas, mas logo se apagarão, porque você encontrará o amanhecer imediatamente.
Woland pinta o refúgio com “uma casa e o velho escravo” e “as velas já estão acesas, mas logo se apagarão”, imagens que se veem e se tocam. O destino do mestre vira cena doméstica concreta, com o amanhecer no lugar da luz das velas.