Clavis Libri

O Vermelho e o Negro

Símbolos

O Memorial de Santa Helena O livro do culto a Napoleão Bonaparte que Julien Sorel guarda como o objeto que mais ama no mundo, e uma das três obras pelas quais, segundo o narrador, ele se deixaria matar. Foi o velho cirurgião-mor, veterano das campanhas napoleônicas na Itália, quem... A farda e a batina As duas carreiras do título, segundo a leitura da obra: o vermelho é a farda, que fazia general aos trinta anos no tempo de Napoleão Bonaparte, e o negro é a batina, o que sobrou depois da Restauração para quem quer subir sem nascer em berço. A igreja de Verrières A igreja da cidade de Julien Sorel, onde o romance põe o presságio no começo e o crime no fim. O seminário de Besançon O seminário para onde Julien Sorel vai por ordem de Abade Chélan, depois da carta anônima. a leitura da obra diz que é ali que a hipocrisia deixa de ser traço de província e vira sistema de formação, e que Julien aprende a fingir por método, não por impulso. O salão de La Mole O salão da mansão do Marquês de La Mole em Paris, onde a marquesa recebe. a leitura da obra diz que, se a província mede tudo por dinheiro, Paris mede por nascimento, tédio e maneiras, e que a arma que servia em Verrières não compra lugar nenhum ali. A cabeça cortada A cabeça de Boniface de La Mole, ancestral da família de Mathilde de La Mole, executado em 1574 por intriga política, e a lenda de que a rainha Margarida de Navarra, amante dele, a teria enterrado com as próprias mãos. No fim do romance, a cabeça é a de...